to-post.it

Mais uma vez alguém me pergunta pessoalmente qual o meu status e eu digo que estou desenvolvendo algo e que recentemente coloquei no ar um outro serviço, etc.

Para não variar a pessoa me pergunta se estou estudando. Digo que eu estudo diariamente, que dedico a maior parte do meu tempo aos estudos do que me interessa e que se a pergunta for na realidade se estou em um curso superior a resposta também é afirmativa.

Perguntam o curso. Respondo design. Começam a dar palpites na minha vida dizendo que eu deveria fazer ciências da computação, etc.

Respondo que eu sei me virar buscando fazer o que bem desejar e o curso que faço é secundário, algo suplementar. Ao invés de se satisfazer com a resposta, a pessoa decide que vai ali decidir o meu futuro naquele exato momento.

E então começa a dar palpites e sugestões. Sem ter o menor saco de responder falo que mesmo se eu quisesse teria que me dedicar custosamente para passar em um curso gratuito aqui (através de um vestibular bobo para decorebas), já que faltam-me recursos financeiros para bancar um pago em alguma renomeada universidade, e que os pagos aqui não me deixariam satisfeito.

Aí começam a surgir mais palpites e sugestões que a pessoa poderia guardar para si. Entre eles que eu poderia "poderia fazer um curso de um pessoal muito bom". Digo que não estou interessado, pois um pessoal muito bom sou eu. A pessoa insinua que eu estou me achando muito.

Uma semana depois. Tudo se repete. Com outras pessoas, igualmente leigas e com mentes fechadas que acham que apenas na faculdade que se aprende as coisas.


Se você está na minha lista pessoas-que-exageram é porque você envia muitas mensagens por dia (por exemplo, avisando que deu comida ao passarinho) e não tenho condições de acompanhar o rítmo sem perder alguns tweets antigos importantes, visto que o Twitter impõe um limite de paginação então eu não estou conseguindo mais passar um dia sequer e conseguir ler as mensagens antigas...

Como vocês fazem parte de uma pequena minoria achei mais prático dar unfollow em vocês do que adicionar todos os que não enchem minha timeline de coisas em uma determinada lista. E então adicionei vocês a essa lista que eu criei. Não se sintam constrangidos, mal, nem achem que eu não quero ler vocês. Sim, eu leio. Só que não posso me dar ao luxo de perder a chance de ver alguns tweets por causa da quantidade de informação que vocês geram, sabe?

Então a solução é essa. Continuo lendo vocês (a não ser quando vocês exagerarem tanto que seus antigos sumirem, mas aí ainda estarei lendo vocês!) e evito perder outros tweets importantes!

Infelizmente o Twitter não fornece nenhuma alternativa mais inteligente do que essa, então enfim... Se você se encontrar nessa lista, compreenda que eu uso o Twitter primariamente para informações técnicas.


Oops, tomei um grande susto. Após trabalhar por pelo menos dois meses em um projeto hoje chega o grande dia. O dia de colocá-lo no ar.

Faltam poucas coisas para ele estar funcionando 100%: enviar um diretório e um arquivo de configuração para o servidor (e uma vez nele configurá-lo).

Tudo começou com meu questionamento de me livrar dos .DS_Store que o Mac gera.

Então eu noto o maldito diretório workspace2, com absolutamente nada. Decido deletá-lo. Preguiça de arrastar & colar para a lixeira me faz ir no terminal e digitar rapidamente algo que muito provavelmente com ajuda da tecla tab o resultado é rm -r ~/workspace, ao invés do rm -r workspace2.

Eu noto que alguns segundos demoram para que ele apague tudo e aí entro em desespero.

Penso: droga, apaguei tudo desde a última vez que fiz backup! Depois (não nessa hora) vejo, foi dia 27 de Julho.

E começo a me auto-enganar pensando: “ok, não perdi tanto assim” (detalhe que meu último backup foi em 27 de Julho).

Depois passo por várias fases como aceitação, etc.

E me sinto estúpido por não ter uma política de backup redundante psicodélica e tudo mais.

Mais estúpido ainda por ter deixado de conectar o computador ao hard-drive (pois é, aqui ainda não tenho SSD, digo: $$D) do backup desde 27 de Junho. Hoje é dia 7 de Julho. Mas ainda bem que não tinha mexido tanto e no que tinha mexido (ainda me auto-enganando, mas só um pouco dessa vez) a maioria era uns 85% recuperável.

Vamos lá. O que se faz quando se comete uma burrada dessa? Você tem total controle do computador, correto? Eu diria que não. Então evitar qualquer gravação imediatamente, ok? Certo. Mete o dedo no botão de desligar. Nada de passar por processos certinhos e tal, a não ser se você souber o que está fazendo muito bem. No Slackware ou mesmo SuSE eu meteria um “shutdown -h now” mais tranquilo do que desligar 'normalmente'. No Mac, não. Não sei como é que o HFS+ (file system da Apple) funciona, tampouco qual o processo de desligamento dele.

Enfim, ao invés disso comecei a pensar... Não deve ter como recuperar a estrutura, droga, isso é uma perda enorme, mas vamos lá...

Eu descubri que tem como se recuperar alguma coisa com o rm aqui, mas não servia para o que eu precisava (no desespero nem ler the fucking manual conseguiria, mais um motivo para desligar o computador).

Enfim, busco no Google por programas para recuperar arquivos.

Eu acho um primeiro vou logo baixando. Outro erro. Tenho um Mac a alguns meses: então é alt ou control para eu poder escolher onde baixar usando a opção 'save as'? Pois bem, aperto a errada e lá vão uns 5.6MB que poderiam estar sendo salvo em cima do que eu queria recuperar sendo baixado no mesmo instante.

No programa eu cometo ainda outro erro.

Aqui só existe uma partição. E eu coloco para ele salvar o que recuperar nela. Confesso que talvez isso não seja um erro porque eu juro que vi duas partições, mas talvez o programa seja burro e não seja nada de partição ali (depois baixei outro programa com uma interface idêntica e que mostrava apenas uma ao invés de duas e é isso que me causa a confusão que não ). Enfim, sei lá. Deveria ter feito com mais calma.

Anyways, decido conectar o HD do Time Machine. Mas antes quero desativar o automatic backup de qualquer jeito para evitar o computador fazer qualquer coisa que possa potencialmente escrever em cima dos meus arquivos deletados.

Ok, desativado. Vou conferir a minha linha do tempo e noto que aparentemente eu nunca fiz backup do meu diretório de usuário porque eu uso o FileVault ¬¬

Não sei disso ao certo, mas rapidamente procurando no Google o Time Machine só faz o backup de conta com FileVault durante o logout e como eu nunca deixei ele nas raras vezes que fiz logout não teria nada ali…

Já estava seriamente pensando em tirar umas férias de pouco menos que uma semana indo para um resort barato qualquer para descansar a cabeça e sair de casa imediatamente para lá (e são 5h da manhã agora, quando pensei nisso eram umas 2h da manhã).

Ah, o primeiro programa (não cheguei a rodar o segundo) identificou alguns arquivos .bz2 (e uso isso para meus backups) com exatamente o mesmo tamanho, pouco mais de 15MB. Vários assim, repetidos, sem mostrar nome ou qualquer outra característica. Logo pensei que poderiam estar corrompidos, etc.

Fui ver o preço do programa: $166 USD. Foi aí que eu pensei em ter muita calma e deixar para ver isso depois de passar um tempo relaxando.

Mas antes de eu comentar isso com meus pais (que eu acordei) dizendo que era importante para eu não ficar pirado (acho que iriam entender) eu vou ao navegador e tento mostrar a minha mãe o que tinha restado do que eu estava fazendo.

Bem, só teria restado screenshots pois nem o site aberto estava mais.

Pois bem, só mostrei uma screenshot do próprio History do Safari e eu tempos depois (ela já tinha ido embora do meu quarto) decido encarar a realidade e ver um '404 Not Found' ao digitar o endereço do site localmente (para desenvolvimento, né). Para isso vou ao Firefox, que não uso, porque eu pensei em recuperar pelo menos em última instância alguma coisa nos arquivos de cache do Safari.

Digito, dou Enter. Demora, mas como diabos? O servidor Apache continua inteiro, oras. Logo deveria receber um Not Found instantâneo. Enfim, depois da tela branca o site carrega. WTF?

Vou direto ao Terminal e digito alguma coisa que não lembro porque por enganei acabei de fechá-lo e o .bash_history parece não funcionar bem quando possui várias instâncias do terminal aberto para me contar o pasasdo ou coisa assim. Enfim, descubro imediatamente/me lembro que eu usava ~/workspace para meus trabalhos no computador antigo! Mas que eu nesse estava usando ~/projects por alguma razão como o Eclipse ter me endoidado alguma vez e eu ter tentado, sem sucesso, resolver!

Enfim, hora de colocar o site no ar e quando for dormir fazer logout para ver se o Time Machine faz o maldito backup que pode me salvar informações valiosas se, por exemplo, tiver o azar de ter o HD danificado.

Além disso decidi que amanhã mesmo vou olhar o preço de uma segunda unidade externa para backup. Uma delas eu deverei deixar na casa de um conhecido ou coisa assim. Enfim, algum lugar fácil de eu acessar e que nem por isso apareça muitas vezes por lá.

Afinal, imagina se minha casa inteira pega fogo enquanto eu estou dormindo (e por acaso sobreviva)? Eu ficarei extremamente feliz se eu tiver backup da minha vida.

Xii, mas acabo de me lembrar que tenho muito mais informação que cabe em um HD de notebook. Então não vou olhar o preço de uma segunda unidade, mas vou ter que buscar uma solução decente tanto para backup quanto para eu ter acesso às informações que hoje estão em outros dois computadores facilmente.

Outra lição: acho que nunca mais vou usar rm -r quando puder fazer o mesmo através de uma interface gráfica ou pelo menos 'mandar para a lixeira antes'. Será que consigo? Estou pensando seriamente até em colocar na minha shell uma regra bloqueando o uso do rm ou coisa assim, pelo menos até eu me educar (uma alternativa mais bonita seria mandar a coisa para a lixeira, o ruim é se me acostumar & esquecer do perigo do comando e errar em outra máquina).

Sempre fui cuidadoso com o rm, mas dessa vez ele me pegou. Felizmente ele veio para mandar eu deixar de ser mané, apenas.

Ah, o que perdi? YUI Compressor com alguns scripts minimizados já copiados. Ou seja, daqui a alguns dias vou ter que baixar ele denovo. Fora isso, está tudo no devido lugar. E acabo de dar um rm -r, digo, de arrastar o diretório workspace2 para o Trash can.

Ah, acabo de ver: faça um alias de rm para rm -i no seu bash profile para ter que confirmar se quer remover. É menos mal. Farei isso depois :)


CSS Sprites avoids the overhead caused by the headers sent and received for every image a browser has to load and the lost time caused by browser simultaneous connection limits (and yes, this is a real problem). Below, a stripe Google uses for their search website.
nav_logo13.png

Now that's very good for static content like your layout, but how to create stripes for dynamic content?

First: don't change the mark-up. This would destroy important content information. Just make your images available as it would be without stripes. And for the magic, JavaScript at the client-side.

On body load you can get the list of images you want to get with stripes and stop them from loading by the default way.

Just something important: try to keep it limited to the images at your absolute control.

You can either build the CSS stripes on demand or have it built at content-creation time.

For an implementation, you can create a pseudo-unique hash out of the image list you have and try to get the sprite for them. This can be more suitable for when creating the sprite on-demand.

Using this implementation, on demand, if the sprite is not found I'd resume to loading the images normally and make a POST request (reason why post) with the necessary information needed to create it and make it available for future requests.

It just stroke me that you'll have to resize background, if you have to (do you really?). But really, how many times do you really put false width & height data on your image mark-up? So it's a minor issue, if a issue at all.

The on-demand method can provide a faster implementation, but maybe building at content-generation time is wiser for nowadays mobile world limited computing gadgets (just maybe).

In either way, a CSS file to be applied to the document should be returned with what would be basically some image positioning rules to show part of an entire image (the sprite) that will be loaded only once (despite being linked in several parts of this file).

Where can this be useful
News websites full of images and photography websites are two places I can think of. For example, I just loaded my New York City set on Flickr and it took some seconds to load them all. If not enough, it loaded them in a not natural order: instead of opening from the ones on the top to the ones on the bottom, it opened several here, several there, until everything loaded. Now imagine that on a photography blog with dozens of pictures on it. You have to wait a longer time to start seeing the pictures on there because of this behavior that could be avoided with such a solution.

Learn about stripes on:
CSS Sprites: Image Slicing’s Kiss of Death


Trata-se na minha opinião, de um grande livro. Todos nós temos razões de sobra para sermos gratos a você, por exprimir tão bem tudo aquilo que precisava ser dito... Estou moral e filosoficamente falando, virtualmente de acordo com o conteúdo integral desta obra; não sóde acordo, como de profundo e comovido acordo.

“As palavras acima são de John Maynard Keynes sobre o livro "O caminho da servidão", de Friedrich August Von Hayek, escrito numa época conturbada: 1940-1943. Sim, Hayek escreveu seu livro mais famoso em Londres, durante os bombardeios alemães da Segunda Guerra Mundial e publicou-o em 1944 - quando o conflito caminhava para o seu final.”
Continua em: comentários sobre O Caminho da Servidão.


Alguns dias eu comentei sobre escolas privadas bastante eficientes na índia (a saber, indiano é bem parecido com brasileiro). A miya viu e me mostrou um certo Ricardo Semler comentar que o sistema de ensino hoje ainda é medieval.

Então uma conhecida produziu o curta documentário Novos tempos, outras diretrizes: Tecnologia na educação no qual várias pessoas fazem comentários a respeito do uso da tecnologia em escolas.

Para começar, a tecnologia sempre é empregada. No vídeo algumas pessoas falam mais ou menos como se a tecnologia tivesse surgido com o advento da plataforma PC e da Internet. Isso é um erro.

A tecnologia sempre esteve com o ser humano. Então realmente educar sem tecnologia é impossível.

E a mais moderna nem sempre é a melhor. Me coloque para estudar cálculo na frente do computador e na frente de uma caneta de pena e papel de 100 anos atrás. Com certeza vou me sair melhor usando a tecnologia old school. Agora para plotar gráficos em 3 dimensões? Me coloque na frente de um monitor, oras. Uma tecnologia só é boa quando é mais eficaz do que outra.

E como fala o Ricardo Semler (note a irônia do sobrenome) a educação hoje é medieval, parece que não houve melhorias, álias: parece que piorou.

Um grande problema foi que a educação foi sequestrada pelo Estado. Os pais dos nossos tataravós e demais antepassados decidiam o que ensiná-los de forma racional: buscando o melhor aproveitamento individual. Já hoje, os pais são forçados a colocar seus filhos em escolas controladas pelos desgovernos. Não há mais a liberdade de se ensinar em casa o que bem entender, se juntar aos vizinhos para ensinar as crianças da rua ou terceirizar a educação da criança para alguma outra entidade.

O ensino hoje é limitado a uma pequena parcela do conhecimento que a humanidade já gerou e é aplicado uniformemente a todos. Então em um país continental como Brasil ou EUA temos alunos estudando as mesmas coisas (seguindo a cartilha dos MECs), sem diferenciação.

Uma igualdade onde todos os alunos fingim estudar as mesmas coisas. E se for estudar corre o risco de se tornar menos inteligente do que se não estudar, não apenas por coisas como lavagem cerebral ideológica, mas também porque tempo é algo limitado e para estudar algo precisa-se deixar de fazer outra coisa, como estudar algo que seja mais interessante.

Vejo também que falaram que com tecnologia nas mãos os alunos estarão mais preparados quando forem para o mercado. Oras, isso é uma operação tapa-buraco em uma rua não asfaltada. O problema está justamente em a educação estar fora do mercado hoje em dia. Mesmo escolas privadas não correspondem aos interesses do mercado, são obrigadas a seguir interesses que meia dúzia de intelequituais julgaram boas e com o uso da violência do monopólio virtualmente proibiram as escolas ensinarem outras coisas senão aquelas (lembrar que tempo é limitado).

Veja os Estados Unidos. Mesmo com escolas bastante equipadas a décadas os gênios que aparecem lá, de praxe, continuam ser os vindo do exterior em busca da liberdade lá encontrada. Não nativos que contaram com a escola para merecerem tal título.

Por que do exterior? Um motivo simples: existe mais pessoas do exterior do que nativas para um certo país. E os EUA, apesar do declínio gravíssimo que sofre, ainda é (talvez não por muito tempo) um dos lugares com mais liberdade do mundo.

E dos países que essas pessoas sairam com certeza não é diferente.

Outro absurdo que vejo é falarem que a Coréia do Sul chegou aonde chegou graças à investimento pesado na educação. Isso é falso. Na realidade uma grande liberdade econômica foi o que levou desenvolvimento a ela se tornando atrativa ao desenvolvimento tecnológico.

Agora veja novamente as escolas americanas. Um brasileiro que faz intercâmbio as acha maravilhosa, mas e um estudante americano? Com certeza os EUA andam consumindo mais do que produzindo a um bom tempo. Algo só possível devido ao desconhecimento do comportamento humano e não importância em cometer violência por parte de funcionários do alto escalão de — pasme — outros Estados. Então como poderiam os americanos estarem se beneficiando da grande tecnologia que encontram nas escolas? Não estão.

O brasileiro fica encantado por ter sua cultura educacional bem diferente, mais relacionada aos velhos cadernos, livros e quadro negro.

Da mesma forma se um norte-americano vem para cá ele pode muito bem achar um máximo como nos empenhamos em explicar as coisas mais elementares direitinho, com precisão.

Colocar um computador numa escola pública = tirar um computador do mercado, encarecendo os alunos terem acesso a esse computador em casa.

Governo federal oferecer banda larga para todos = banda curta para alguns. Assim como na educação, água tratada, energia elétrica, combustível, rodovias e saneamento básico. Diferente de como nos jogos, refrigerantes, geradores, baterias, automóveis e produtos de limpeza. Acho que é o bastante dizer que não se deve confiar na qualidade de algo que demanda violência para conseguir sobreviver.


Agora vejamos a situação em que se encontrava as faculdades americanas antes do governo deformar o mercado da educação e a atual.

Como aponta Peter Schiff, economista e presidente da Euro Pacific Capital, os programas governamentais que prometem educação fazem justamente o oposto.

Vamos ver os custos da educação antes do governo interferir e agora.

Gostaria de avisar aos desavisados que a inflação nos EUA é um fenômeno recente e não existiu para os períodos abaixo aonde ela não for mencionada.

Para entender o que é inflação pode ser feita a leitura do meu artigo Imprimindo dinheiro que não existe.

Pois bem... Vou fazer uma transcrição parcial comentada do que ele falou.

Vamos ver a tuição da renomeada Yale University, de Connecticut ao longo do tempo.

Em 1810 um ano letivo custava 33 dólares.
Em 1852 continuava custando 33 dólares.
42 anos sem aumento, de pura estabilidade.
O equivalente a uma tuição de 650 dólares o ano nos dias de hoje. Mas a tuição agora é cerca de 20 vezes mais cara.

Agora vamos olhar um outro período no tempo.
De 1874 a 1918.
A tuição cresceu 14%, durante todo esse período de 44 anos.
Agora em 1918 a tuição era de 160 dólares.

Mais alta do que a tuição de 100 anos atrás, porém houve inflação durante a Guerra Civil, Primeira Guerra Mundial, pois o governo criou inflação para pagar os custos das guerras e então os preços, consequentemente, aumentaram.

Em 1918 um operário fazia 5 dólares por dia, porém não pagava imposto de renda, seguro social ou qualquer outra coisa do tipo. Então se ele fazia 5 dólares por dia, ele recebia os 5 dólares por dia.

Ou seja, um trabalhador operário precisava trabalhar 32 dias para bancar um ano letivo em Yale.

Vamos ver quanto a tuição de Yale hoje... 36,5 mil dólares por ano letivo. Houve um aumento de 50% nos últimos 10 anos.

Hoje um trabalhador operário precisa trabalhar cerca de um ano e meio para bancar o mesmo período.

Agora o que é isso? Qual a diferença? O que mudou? Peter Schiff explica isso em um vídeo sobre o custo das tuições hoje (fiz uma transcrição parcial).

De toda forma, como quase sempre, não consegui me ater a um tópico. Mas enfim...


Essa é uma transcrição livre parcial de
How government programs drive up college tuitions
, por Peter Schiff, feita às pressas. Falta o início.

De volta a século 19 não havia Departamento da Educação, não havia bolsas do governo, ajudas ou garantias para empréstimos estudantis. Não existiam.

Agora quando não existiam as tuição eram baratas e pagáveis. Hoje com toda a ajuda governamental e agências de governo os custos estão lá no alto. E a razão disso são todos os subsídios. Pense sobre empréstimos estudantis por um momento.

Se o governo não os garantisse, estudantes não pediriam empréstimos para ir à faculdade, ninguém iria dá-los pois seria muito arriscado deles não pagarem de volta. Mas agora que o governo garante dar um empréstimo estudantil é como comprar um título do Tesouro. Você não tem o que perder.

E agora qualquer um que quer ir para a escola pode ter o governo dos EUA garantindo o pagamento da dívida. E agora o que temos é estudantes competindo por vagas na faculdade pagas pelo governo e o que acontece é que os preços aumentam.

Não há desdém. Seja qual preço for, eles podem cobrir porque eles podem pegar os empréstimos. As universidades notam isso.

Eles não têm incentivos para diminiuir os custos, qualquer coisa eles podem aumentar as tuições pois os estudantes podem pegar o empréstimo pois o governo está garantindo o débito.

Então os preços sempre vão para cima, pois não há incentivos para acabar com isso. Não há livre mercado. As crianças não estão nem aí e as universidades obviamente querem cobrar mais. Então eles fazem isso.

Se você pensar realisticamente, seria mais barato educar as crianças hoje. Olhe para toda a tecnologia que temos que permite educar as crianças por menos.

Olhe o fato de muito mais crianças estarem na escola hoje. É economia de escala. Você tem mais crianças nas universidades. O custo por pupilo deveria estar indo para baixo.

Por que não está? Por que o livre mercado não está fazendo isso? É por causa do governo.

Então você agora meus oponentes podem tentar demagogear ou fazendo peça por eu ser contra esses empréstimos. Mas isso é porque eu sou pelos estudantes! O que eu sou contra é essas tuições exorbitantes causadas por eles. E se lembre o dinheiro vai para as escolas, não para as crianças. Elas precisam pagá-los de volta. E o que aconteceria se o governo deixasse de subsidiar? As crianças não poderiam pegar empréstimo. Mas isso não quer dizer que deixariam de estudar. As faculdades teriam classes vazias? Claro que não. Teriam que reagir a essa nova demanda e teriam que baixar os preços até um nível aceitável, mas o que acontece é que por causa desses empréstimos e bolsas elas não precisam de nada disso. Eles não precisam fazer cortas. Podem continuar cobrando mais e mais, ano após ano por causa desses programas. E novamente: eu sou a favor dos estudantes, certo? O que acontece é que o governo, eles iniciaram esse programa e agora o custo estudantil vai para alto e agora os estudantes acham que precisam deles. Acham que sem eles seriam impossível ir para a faculdade e que Peter Schiff contra isso vai me tirar da sala. Isso não faz sentido. Se os empréstimos somem, as tuições mudam e todos vão continuar podendo bancar os estudos, mas sem gastar os próximos 20 ou 30 anos de suas vidas pagando os custos. Ou seja, justamente como era antes do governo se envolver. É tudo por hoje. Espero que a história ensine e espero que as pessoas que acham que o Estado ajuda vejam esse videoblog e coloquem isso em perspectiva pois eu realmente gostaria de ter um debate em educação e no custo dela. Por que você sabe? Isso tudo aplica-se na saúde, ou em qualquer coisa em que o governo se envolva. E eles se envolvem dizendo as pessoas que vão tornar as coisas mais baratas, mas tornam mais barata e criam essa cultura de dependência.

Então, é isso por hoje. Eu vou voltar em breve.


I just use
<?php include("analytics.phtml");
?>

In my layout dir and then a:

<?php
if(APPLICATION_ENV == "production"):
?>
<script type="text/javascript">
var gaJsHost = (("https:" == document.location.protocol) ? "https://ssl." : "http://www.");
document.write(unescape("%3Cscript src='" + gaJsHost + "google-analytics.com/ga.js' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E"));
</script>
<script type="text/javascript">
try {
var pageTracker = _gat._getTracker("<?php echo $config->services->ganalytics->tracker_id ?>");
pageTracker._trackPageview();
} catch(err) {}</script>
<?php endif; ?>


Fauvism: comes from the french word fauves, meaning Wild Animals.
rejected traditional paintings and sculpture ideals and emphasized modern concepts, notably machines and motion.
Inspiried by the late impressionist works of Paul Gauguin and Von Gogh.
First public appearance in 1905.

Rejected impressionist palette of soft colors.




Expressionism
A term used to denote the use of distortion and exaggeration for emotional effect.
Intense color. Agitated brushstrokes, and disjointed space. Rather than a single style, it was a climate that affected not only the fine arts but also dance, cinema, literature and theatre.

An art style which attempts to depict not objective reality but rather subjective emotions aroused by the space and events.

The idea was to reproduce the impression suggested by the artist's view of the surrounding world, not by the world itself. Like the image it feels accurately constitutes the objects real meaning to him.

Earliest and most famous example of expressionism: Gogh's The Starry Night.


Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes.

The ones who see things differently. They’re not fond of rules. And they have no respect for the status quo. You can praise them, disagree with them, quote them, disbelieve them, glorify or vilify them.

About the only thing you can’t do is ignore them. Because they change things. They invent. They imagine. They heal. They explore. They create. They inspire. They push the human race forward.

Maybe they have to be crazy.

How else can you stare at an empty canvas and see a work of art? Or sit in silence and hear a song that’s never been written? Or gaze at a red planet and see a laboratory on wheels?

While some see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.


— Apple's Think Different original text.


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